Unir esforços

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A morte de Afonso Dhlakama, líder da Renamo, a 3 de Maio de 2018, em Gorongosa, às portas das eleições autárquicas de 10 de Outubro, deixa a oposição fragilizada. Se a meta era de remover a Frelimo da maior parte das autarquias, a partida de Dhlakama deveria servir como um factor galvanizador para que a Renamo e o Movimento Democrático de Moçambique (MDM) ultrapassem, o mais cedo possível, aquilo que os separa. O interesse do povo deve ser aglutinador para os que se batem pela liberdade, paz e desenvolvimento. As desinteligências, fomentadas por pessoas hostis ao entendimento, podem ser superadas.

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