Uso dos 20% da taxa de exploração florestal gera discórdia

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Maputo (Canalmoz) – O Governo moçambicano instituiu, através do Diploma Ministerial n.o 93/05, de 4 de Maio, a canalização para as “comunidades locais” de 20% do valor das taxas pagas ao Estado pelo acesso e utilização dos recursos florestais e faunísticos, turismo contemplativo nos parques e reservas. Entretanto, a forma como é gasto o valor pelos comités de gestão locais, tem, ao longo dos anos, divido opiniões entre os residentes, o Governo e organizações não-governamentais que se ocupam de problemas ambientais.

Ao definir-se os mecanismos de gestão e canalização dos 20% das taxas de exploração florestal e faunística para os residentes na zona, estava a perspectivar-se que, assegurando um conjunto de benefícios para os residentes nas zonas de onde os recursos são extraídos, se estar-se-ia a influenciar directamente e a motivar os residentes e a contribuir para uma boa exploração e gestão do património florestal existente na sua área, garantindo a sua sustentabilidade.

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