O povo continua sem medicamentos mas os relatórios do Governo dizem o contrário

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Maputo (Canalmoz) – Os ganhos reclamados pelas autoridades da Saúde em Moçambique continuam longe de ser visíveis em termos de eficiência nos vários níveis que intervêm na logística farmacêutica. Os problemas relacionados com a falta de responsabilização, má gestão e deficiente comunicação entre os três pontos cruciais de gestão e paragens de medicamentos  (Depósito Distrital, Depósito Provincial e Armazéns Centrais) continuam como barreiras estruturais do sector na procura dos medicamentos essenciais em hospitais públicos; os recursos humanos, os concursos e os pagamentos continuam a ser decididos nos gabinetes do Ministério da Saúde, e a falta de medicamentos caracteriza a oferta de serviços do Sistema Nacional de Saúde.

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