Advogados de Manuel Chang insistem no pedido de liberdade provisória

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Mas a Procuradoria sul-africana recusou o pedido.

Maputo (Canalmoz) – A Procuradoria da República da África do Sul, representada pela procuradora Elivera Dreyer, voltou a negar a Manuel Chang uma caução que não esteja no nível cinco (o nível mais alto de caução proposto pelo réu e directamente proporcional ao valor da causa). Segundo um despacho do Centro de Integridade Pública, que cobre o julgamento, os advogados de Manuel Chang, na sessão de quinta-feira, voltaram a insistir na caução, o que até irritou a juíza, pois é um assunto que ficou ultrapassado na sessão anterior, em que tal pedido foi recusado. “Porquê traz estes argumentos hoje? Este tribunal já decidiu sobre a escala da caução. Quer que o tribunal volte a rever a sua decisão”?, perguntou a juíza Sagra. O advogado Rudi Krause insistiu que tem direito de fazer alegações a qualquer momento.

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