A história de um exército de famintos e desesperados: roubar para sobreviver

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Maputo (Canalmoz) – Ao aeroporto não param de chegar aviões e aviõezinhos transportando dirigentes. Do lado de fora do aeroporto, uma infinidade de viaturas de alta cilindrada, mas os dirigentes circulam de ponta a ponta em conversa e na “whatsapp”. Na Av. de Moçambique, logo depois da ponte que dá acesso ao Aeroporto da Beira, estão cerca de mil pessoas nas entradas de grandes armazéns à espera de uma oportunidade para poderem invadir o armazém para terem comida para alimentar os seus familiares. Se é oportunismo, ou não, agora pouco interessa para quem teve a última refeição na noite de quinta-feira, quando veio o desastre. Quase todos eles têm algo em comum: perderam tudo e, há dias, enterraram um familiar, vítima do ciclone “Idai”.

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