Contradição ou encenação nas “dívidas ocultas”: Primeiro-ministro diz que o Estado não está a pagar mas Maleiane diz que as negociações não pararam

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O ministro das Finanças disse, ontem, na Assembleia da República, que o Governo está a negociar em nome da continuidade do Estado e porque não conseguiu provar que as garantias não foram assinadas por Manuel Chang.

 

Maputo (Canalmoz) – O Governo cumpriu, ontem, o segundo e último dia da sessão de informações à Assembleia da República, onde esteve a responder a questões relativas às “dívidas ocultas.” O ministro das Finanças, Adriano Maleiane, disse que os novos desenvolvimentos, nomeadamente, a detenção de Manuel Chang na Africa do Sul e de cerca de dez arguidos em Moçambique, muda a forma de estar do Governo nas negociações. Por outras palavras, o ministro está a dizer que vai continuar a negociar com os credores. Segundo Maleiane, a decisão de negociação deve-se, em primeiro lugar, ao facto de que é preciso garantir a continuidade do Estado, que estava em causa, quando foi considerado como caloteiro. Em segundo lugar, deve-se ao facto de que o Governo não tinha dinheiro para pagar essas dívidas nos moldes em que os credores exigiam que pagasse. Diz também que avançou porque o Estado não conseguiu provar que as garantias não foram assinadas por um agente seu.

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