Castigo Langa denuncia falsificação de resultados das eleições internas no partido Frelimo

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E diz que o seu partido deve tomar uma posição clara sobre as dívidas ocultas e tomar medidas.

Maputo (Canalmoz) – Castigo Langa, ex-ministro da Energia no Governo chefiado por Joaquim Chissano, usou da apalavra durante a reunião do Comité Central do partido Frelimo para denunciar um conjunto de anomalias que, na sua opinião, estão retirar o seu partido da rota da ética, institucionalizando práticas fraudulentas e corruptas. Citou como exemplo um episódio ocorrido nas eleições internas para o 11.º Congresso do partido Frelimo, em que que uma candidata tinha obtido 81 votos e exigiu a recontagem imediata. Satisfeita esta exigência, o número de votos subiu para 281. “O que mais me inquieta é que ninguém foi sancionado, nem pelo menos repreendido por esta prática fraudulenta, uma verdadeira conspiração, uma vez que, aparentemente, foi cometida por um grupo. Este tipo de manipulações pode alimentar a percepção de que os eleitos estão ao serviço de um grupo, o grupo que os fez eleger a qualquer preço e, assim, converter os nossos processos eleitorais numa espécie de apostas em corridas de cavalos, onde apenas o que apostou no cavalo vencedor recebe”, disse.

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