Esquadrões da morte acusados de homicídio voluntário e associação para delinquir

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– O Estado e Henriques Machava, presidente do Conselho Autárquico do Chibuto, foram desresponsabilizados.

– Para desresponsabilizar o Estado, o Ministério Público apresenta a narrativa de que os polícias que assassinaramAnastácio Matavele estavam numa missão particular. O primeiro arguido que foi ouvido disse que entrou na missão em obediência a ordens do seu superior hierárquico e que não sabia de que missão se tratava.

Xai-Xai (Canalmoz) Teve início ontem, terça-feira, o julgamento dos sete arguidos envolvidos no assassinato de Anastácio Matavele, no Tribunal Judicial da Província de Gaza.Na sessão de julgamento, destacou-se a luta do Ministério Público visando desculpabilizar o Estado moçambicano, apesar de o crime ter sido cometido por agentes da Polícia e usando meios do Estado. O Ministério Público não acusou Henriques Machava, presidente do Conselho Autárquico do Chibuto e dono da viatura usada para o cometimento do crime.

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