Reclusas forçadas a prostituir-se em “negócio do Estado”

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Maputo (Canalmoz) – Resultados de uma investigação do Centro de Integridade Pública denunciam uma rede de prostituição no Estabelecimento Penitenciário Especial para Mulheres, também conhecido como Cadeia de Ndavela. Os clientes, que, geralmente, são pessoas bem colocadas na sociedade, procuram prazer em mulheres que, supostamente,permaneceram muito tempo sem se envolverem sexualmente. Por cada reclusa entregue a um cliente, o pessoal da Cadeia recebe uma quantia que varia de 3.000,00 meticais a 30.000,00 meticais.


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