Teófilo Nhangumele liga Ndambi Guebuza aos 33 milhões dólares e à representação nacional de uma empresa dos Emirados

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Maputo (Canalmoz) Teófilo Nhangumele, Bruno Langa e Armando Ndambi Guebuza, pelo que consta nos autos e se pode extrair das audições, são alguns dos réus que não fazem parte do Estado. Na qualidade de pessoas estranhas ao Estado, montaram uma estratégia que tem à cabeça Teófilo Nhangumele, que consiste em mostrar que não usufruíram de nenhum tostão do erário público que tenha lesado o Estado eque os 50.000 000 de dólares que receberam da “Privinvest”foi no âmbito de um contrato de consultoria que assinaram com a empresa do franco-libanês Iskandar Safa.

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