Médicos dizem-se desprezados e a ordem é: “Paralisar tudo e já”

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Maputo (Canalmoz) Uma greve anterior dos médicos data de 2013, em que todos os profissionais decidiram paralisar as actividades em protesto contra as más condições salariais. A greve teve apoio dos enfermeiros e decorreu sofrendo forte intimidação política. Nove anos depois, os médicos voltaram a convocar, na quinta-feira, uma greve geral para protestar contra o silêncio do Governo em relação ao caderno reivindicativo apresentado por eles como alternativa para corrigir as incongruências que constam na Tabela Salarial Única. A decisão foi anunciada numa reunião realizada no anfiteatro da Faculdade de Medicina na quinta-feira, coorganizada pela Associação Médica e a Ordem dos Médicos.

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