Médicos voltam ao ataque sobre a TSU: “O ministro da Saúde não é profissional da classe”

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Maputo (Canalmoz) Os médicos reuniram-se ontem, 23 de Novembro, com a vice-ministra da Saúde, Fárida Urci, eapresentaram a fórmula do Estatuto do Médico para o pagamento do subsídio de diuturnidade e horas extraordinárias, e, no fim do encontro, consideraram a vice-ministra mais sensível aos assuntos da classe médica, diferentemente do ministro da Saúde, Armindo Tiago.

O ministro não percebe as nossas reivindicações. É um professor de Medicina. Estes subsídios de que estamos a falar, ele não aufere e nem nunca auferiu, por isso tem dificuldades de entendimento”, disse uma fonte da Associação Médica de Moçambique e membro da Ordem dos Médicos.

Outro dado é que, nas reuniões, o ministro costuma interromper as intervenções dos médicos, acabando por cortar o seu fio de pensamento, enquanto, a vice-ministra, talvez pelo facto de ser médica de carreira no Hospital Central, percebe melhor as reivindicações dos médicos. A fonte disse que, na reunião de quarta-feira, o Governo esteve mais aberto para ouvir as reivindicações da classe médica.


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