A UEM diz que pretende fazer obras e reorganizar a Residência do “campus” principal. Mas a verdade é que uma Igreja arrendou os quartos para uma conferência, e a UEM optou por escorraçar os seus próprios estudantes, num processo obscuro e muito contestado.
Maputo (Canalmoz) – A Universidade Eduardo Mondlane ordenou, na quarta-feira da semana passada, que estudantes que vivem na Residência do “campus” conhecida como “Tangará” abandonassem o recinto até sexta-feira para dar lugar à renda temporária, a partir de segunda-feira, 15 de Dezembro, aos fiéis da “Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”, que vai realizar a Conferência Anual de Jovens.
O “Canalmoz” teve acesso à cópia da proposta da factura cobrada pela UEM à “Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”. Por exemplo, pelo serviço de pequeno almoço para 900 pessoas será pago, durante cinco dias, o valor de 2.475.000,00 meticais, lanche da manhã, 2.475.000,00 meticais, lanche da tarde, 460.000.00 meticais, 4.050.000,00 meticais, o mesmo valor a ser cobrado pelo jantar, totalizando 15.120.000,00 meticais as despesas de alimentação.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















