Maputo (Canalmoz) – Apesar de cerca de oitenta trabalhadores do sector de segurança já terem recebido cartas de demissão, a “Açucareira de Xinavane”, pertencente à “Tongaat Hulett”, afirma que não se trata de despedimento colectivo, mas, sim, de processos disciplinares individuais.
Os trabalhadores afirmam que os afastamentos começaram após a reunião realizada no dia 7 de Outubro, onde foram apresentadas reivindicações ligadas a promoções, aumentos salariais, subsídios e pagamento de horas extras. Dias depois, segundo as fontes, começaram os chamamentos individuais.
“Numa primeira fase, fomos suspensos e, seguidamente, fomos chamados para nos ser entregue a carta de demissão”, contou um dos afectados.
Outra fonte afirma que os trabalhadores vinham suportando condições de trabalho difíceis há vários anos. “Nós sempre fomos tolerantes. Trabalhámos há mais de quinze anos em condições precárias e desumanas”, disse.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















