O Conselho de Ministros renovou o contrato de concessão com a “Kudumba”. A “Kudumba” é uma empresa do partido Frelimo criada no tempo de Aemando Guebuza e que faz a inspecção não intrusiva nos portos e aeroportos. Moçambique é único país no Mundo em que um serviço vital da soberania e segurança do Estado é gerido por um partido.
Maputo (Canalmoz) – O Conselho de Ministros, na sua 7.ª Sessão Ordinária, realizada ontem, aprovou a Resolução que autoriza o ministro das Finanças e o ministro dos Transportes e Logística a constituírem uma equipa técnica para negociar, em ajuste directo, na forma de parceria público-privada, com a “Sociedade Kudumba Investments, Limitada”, os Termos do Contrato de Concessão de Inspecção Não Intrusiva de Mercadorias, Meios de Transporte, Bagagens e Pessoas (“scanner”), através de uso de equipamento apropriado ao fim a que se destina.
O porta-voz do Governo, Inocêncio Impissa, justificou a decisão do Governo de adjudicar o contrato à “Kudumba” dizendo que se trata duma matéria de especialização e por existirem poucas empresas de “scanners” no mercado nacional. E disse que o elemento principal é o nível de satisfação do serviço prestado pela “Kudumba”.
“A ‘Kudumba’ é uma empresa especializada para a montagem de ‘scanners’ para passagens de pessoas, bagagens nos aeroportos, nos portos, entre outras instituições, inclusive para acesso de segurança a edifícios com determinado tipo de especificidade, para uma inspeção não intrusiva”, disse o porta-voz do Governo.
Acrescentou que a inspecção realizada pela “Kudumba” não exige a abertura da carga, não exige a abertura do contentor, não exige vasculhar os bolsos das pessoas, e é possível fazer através destes “scanners”.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















