Maputo (Canalmoz) – A secretária-permanente do Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, Emília Fumo, é acusada de estar envolvida num acto que levanta suspeitas no processo de venda de madeira em hasta pública, apreendida em 2023, nos estaleiros da empresa “H&J, Importação e Exportação, Limitada”, na província de Sofala.
O enredo começa quando Emília Fumo, que, na altura, era secretária-permanente do Ministério da Terra e Ambiente, solicitou à secretária de Estado da província de Sofala, Cecília Chamutota, na qualidade de secretária-permanente do recém-criado Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas, que se travasse a venda em hasta pública de madeira apreendida e sobre a qual a Agência Nacional para Controlo de Qualidade Ambiental aplicou multa.
Emília Fumo era secretária-permanente do Ministério da Terra e Ambiente, instituição que foi extinta pelo Decreto Presidencial 1/2025, de 16 de Janeiro, tendo sido criado o Ministério da Agricultura, Ambiente e Pescas.
Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.