“As avarias são sempre inesperadas”
Maputo (Canalmoz) – O passado fim-de-semana foi turbulento. Os dois aviões das Linhas Aéreas de Moçambique, designadamente, o “Boeing” e o “Airbus”, ficaram avariados na mesma altura. E milhares de passageiros ficaram aos molhos, alguns dos quais internacionais, acumulando prejuízos financeiros.
O “Canalmoz” sabe que cerca de trinta passageiros ficaram retidos durante quatro dias numa unidade hoteleira na cidade de Tete, após o adiamento de um voo que estava programado para as 19h45 de quinta-feira da semana passada.
Em reacção à turbulência do passado fim-de-semana, o ministro dos Transportes e Logística, João Matlombe, disse que as avarias são sempre inesperadas, não são programadas, e os dois grandes aviões que operam, o “Boeing” e o “Airbus”, tiveram problemas na mesma altura, e ficaram só com aviões pequenos, mas, assim que foram reparados, voltaram a voar.
Disse também que, mesmo havendo atraso, o esforço da LAM é não deixar ninguém para trás. “Por exemplo, se o voo das 12h00 atrasa, fazemos tudo por tudo, para que, até às 17h00, 19h00 ou 20h00, a pessoa seja transportada para o seu destino final.
João Matlombe falava ontem durante apresentação dos dois novos aviões da marca brasileira “Embraer”, que custaram aos accionistas (Caminhos de Ferro de Moçambique, Hidroeléctrica de Cahora Bassa e EMOSE) vinte e cinco milhões de dólares. E disse que eram aviões em perfeitas condições e que estão certificados no nível padrão europeu.
“Nós, até ao fim deste ano, até ao fim deste mês, praticamente, não vamos ter as outras aeronaves como dissemos, mas estamos a trabalhar no sentido de que durante o próximo trimestre completemos o número ou até consigamos ter mais do que aquilo que prometemos”, afirmou João Matlombe.















