Joel dos Santos viajou em serviço da empresa para fazer formação e, lá, soube que os seus chefes foram detidos e já que havia mandado de prisão contra ele.
Maputo (Canalmoz) – Chama-se Joel dos Santos. É piloto nas Linhas Aéreas de Moçambique e era braço direito director operacional dessa altura, Hilário Tembe. Quando o seu chefe e mais três elementos da Administração da LAM foram detidos em Fevereiro, encontrava-se na Etiópia a fazer formação.
O seu nome foi arrolado no processo de corrupção que precipitou a prisão dos seus chefes, e foi emitido um mandado de captura contra ele. Quando soube da detenção dos seus superiores hierárquicos e do mandado emitido contra si, não voltou ao país.
O seu paradeiro incerto é referido no informe do procurador-geral da República, Américo Letela, que vai ser apresentado amanhã quarta-feira, 22 de Abril na Assembleia da República.
O informe anual sobre a actividade do Ministério Público aborda o processo relacionado com as Linhas Aéreas de Moçambique.
Relativamente ao processo nº. 06/11/P/GCCC/2023, ligado às Linhas Aéreas de Moçambique, o informe da Procuradoria-Geral da República indica que o comandante Joel dos Santos, desde que saiu do país para uma formação no exterior, não regressou, estando foragido das autoridades.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















