Mas não detalharam sobre os golpes infligidos.
Maputo (Canalmoz) – O inspector da Polícia Judiciária Portugal Santos Martins confirmou, na sexta-feira da semana passada, 30 de Janeiro, numa conferência de imprensa, que a morte de Pedro Ferraz Reis, administrador financeiro do Banco Comercial e de Investimentos, foi um suicídio.
O cidadão português Pedro Ferraz Reis foi encontrado morto numa casa de banho pública do Polana Serena Hotel, na cidade de Maputo.
Foi um caso que, desde as primeiras horas, levantou dúvidas, devido ao cenário encontrado no local.
A situação ganhou grande repercussão pública, inclusive nas redes sociais, atendendo à posição ocupada por Pedro Ferraz Reis no sector financeiro.
Um dia depois, o Serviço Nacional de Investigação Criminal veio a público informar que as conclusões preliminares apontavam para um acto de suicídio, afastando, numa primeira fase, a hipótese de intervenção de terceiros. Mas a rapidez do anúncio e a complexidade do caso geraram interrogações na opinião pública, levando ao reforço das diligências de investigação.
Face às dúvidas levantadas, e no quadro da cooperação técnico-policial entre Moçambique e Portugal, foi acordado, dias depois, o envio a Maputo de uma equipa técnica multidisciplinar da Polícia Judiciária portuguesa e do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, para trabalhar em conjunto com o SERNIC e o Serviço de Medicina Legal do Hospital Central de Maputo. O objectivo era consolidar a prova e garantir o esclarecimento rigoroso dos factos.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















