Entre os grandes fornecedores privados, há uma forte suspeita de uma conspiração macabra para destruição das máquinas de radioterapia, numa já conhecida desinteligência entre os que comem na máfia do procurment do MISAU.
Maputo (Canalmoz) – Um fogo de grandes dimensões atingiu, ontem, domingo, 2 de Novembro, o Serviço de Oncologia do Hospital Central de Maputo, unidade responsável pelo diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com cancro a nível nacional.
Até à tarde de ontem, ainda não eram conhecidas as causas do incêndio. Inaugurado em Março de 2019, pelo então Presidente Filipe Nyusi, a construção e apetrechamento da nova infraestrutura custou 17 milhões de dólares. Entre 2016 a 2018, Moçambique gastou 4,8 milhões de dólares no tratamento de 251 pacientes. Estes pacientes eram forçados a deslocar-se ao estrangeiro, usando as facilidades da Junta Médica. Mas com estes serviços o Estado poupava cerca de seis milhões de dólares, com o tratamento anual de 300 pacientes dentro do país.
Entre os grandes fornecedores privados, há uma forte suspeita de uma conspiração macabra para destruição das máquinas de radioterapia, numa já conhecida desinteligência entre os que comem na máfia do procurment do MISAU. Há uma grande pressão para inutilizar as máquinas de radioteraapia para as substituir por novas.
Sete anos após a única infraestrutura que oferece o serviço para o tratamento de cancros de forma gratuita foi consumida pela chama que iniciaram dentro do edifício.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















