O director executivo da “Sasol”, Simon Baloyi é citado na imprensa sul-africana indicando que esta empresa está a estudar alternativas ao cenário de esgotamento de reservas, traçado a partir de 2028.
Maputo (Canalmoz) – O governador de Inhambane, Francisco Pagula, disse ontem, 1 de Abril, em declarações ao “Canalmoz”, que não existe uma comunicação oficial entre a empresa sul-africana “Sasol” e o Governo de Inhambane sobre o fim das reservas de gás nos jazigos de Temane e Pande, no distrito de Inhassoro, na província de Inhambane.
Desde o fim-de-semana, correm informações que indicam que o fim das reservas de gás nos jazigos de Pande e Temane, em Inhassoro, está cada vez mais próximo, podendo ocorrer a partir de 2028.
Francisco Pagula declarou: “Nós, como Governo provincial, não temos informação. Não há uma comunicação em relação a este assunto. Torna-se difícil, como governador, ter de dizer ‘sim’ ou ‘não’. Vimos isso, sim, em algumas publicações, de forma natural, e nas redes sociais, mas não levámos a sério. Para nós não é nada oficial”.
Cerca de 700.000 empregos podem estar ameaçados na África do Sul, com o fim das reservas de gás de Pande e Temane, previsto para o ano 2028. Para evitar a situação, a “Sasol” considera a hipótese de comprar gás a outros operadores.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















