Maputo Canalmoz – O Governo de Moçambique contratou auditora britânica, “Bayphase”, para verificar se os 4,5 biliões de dólares de custos recuperáveis exigidos pela “TotalEnergies” durante o tempo de vigência da declaração do motivo de “força maior”, decretada na sequência do ataque terrorista ocorrido em Palma, em Março de 2021, estava em conformidade. A auditoria concluiu que a “TotalEnergies” manipulou 2 biliões de dólares dos 4,5 mil milhões.
O portal de notícias “Bloomberg” escreve que a auditoria contratada pelo Governo de Moçambique não conseguiu verificar 2 mil milhões dos custos devido à falta de documentação de apoio, o que significa que Moçambique não aceitará a estimativa da “TotalEnergies”, disse uma fonte que pediu para não ser identificada ao discutir informações confidenciais.
“É necessário consenso sobre os custos antes que o Governo possa aprovar um plano de desenvolvimento actualizado, uma exigência legal para que o projcto prossiga. As partes continuam as negociações e ainda podem chegar a um acordo”, lê-se no portal, citando uma fonte governamental.
A “Bloomberg” diz também que o Governo de Moçambique confirmou que encomendou a auditoria. “Já está na sua fase final, e lamentamos não poder, neste momento, comentar sobre o conteúdo do trabalho que está a ser realizado”, disse, em resposta a perguntas enviadas por “e-mail”.
A empresa petrolífera francesa recusou-se a comentar.
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