Maputo (Canalmoz) – O presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA), Álvaro Massingue, disse que está preocupado com a nova onda de escassez no abastecimento das bombas de combustível, devido ao conflito no Médio Oriente.
“A economia precisa de recuperar. Os empresários têm a missão de retomar e acelerar o passo para que voltemos a produzir e melhorar os índices da nossa economia. Por sorte continuamos a ter o mínimo para podermos circular, mas a preocupação continua porque enquanto persistirem os conflitos nós estamos sujeitos a correr esse risco”, disse Álvaro Massingue, citado numa nota de imprensa do CTA.
O documento diz ainda que o combustível não é um produto de fácil substituição, apesar dos esforços na transformação das viaturas para uso do gás veicular. E portanto, estamos num momento de alta tensão enquanto não terminarem as hostilidades para que o combustível volte a ser abastecido com regularidade.
Na terça-feira da semana passada, o Porta-voz do Governo, Salim Valá reagiu a essa nova onda de escassez de combustível dizendo: “o governo está a trabalhar para apurar o que pode estar por detrás desta situação de desigualdade e aquelas filas, algumas delas longas em alguns postos de abastecimento. A nova escassez até o momento não têm nenhuma ligação com a falta de combustíveis, tem a ver com outros mecanismos ligados às garantias bancárias e no momento oportuno o governo vai partilhar qual é a situação concreta”.
E acrescenta que o fenómeno é muito recente e tem contornos que precisam ser aferidos pela Autoridade Reguladora da Energia (ARENE) e pelo Ministério de Recursos Minerais, que são instituições vocacionadas para tratar deste assunto.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















