O lobby do arroz e do trigo continua a procura de todos os meios possíveis para sacar dinheiro aos importadores e encarecer os produtos
Maputo (Canalmoz) – O Diretor-geral do Instituto de Cereais de Moçambique (ICM), Luís Jobe Fazenda manteve um encontro na sexta-feira da semana passada com os exportadores de feijão bóer na província de Nampula, designadamente: i) Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Nampula (ACIANA); ii) Conselho Empresarial de Nampula e iii) DAI-PROMAS. No encontro ficou acordado que seria criado o Comité do feijão-bóer, como plataforma permanente de diálogo e concertação para fortalecer a coordenação do sector.
No plano económico, o ICM e os exportadores acordaram que ia avançar-se para uma análise da taxa de emissão de certificado de origem e com a articulação junto ao Banco de Moçambique para soluções cambiais que favoreçam os exportadores.
Por outro lado, para garantir-se uma concorrência justa, as partes acordaram reforçar o combate ao contrabando e criar mecanismos de certificação para operadores cumpridores.
Luís Jobe Fazenda disse que a modernização será feita através da digitalização da emissão de certificados de origem, criação de uma base de dados unificada e uso de dados de mercado.
Disse também que se acordou como passos subsequentes, a submissão da proposta de preço mínimo ao produtor e de referência de exportação. Para o efeito foi constituído o comité de registo de operadores, baseado em encontros trimestrais.Ler mais na versão PDF, mediante subscrição.















