Maputo (Canalmoz) – O Presidente da República, Daniel Chapo, nomeou Carmelita Namashulua, viúva do ex-secretário-geral da ACLLN e ex-ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, para o cargo de inspectora-geral do Estado. A nomeação está a causar uma grande repulsa pela incompetência de Carmelita Namashulua e também pela falta de visão de Daniel Chapo, que parece estar empenhado em nomear as mesmas pessoas que têm estado a afundar o país nos últimos cinquenta anos.
A Inspecção-Geral do Estado surge através da fusão da Inspecção-Geral de Finanças e da Inspecção-Geral da Administração Pública, em resposta a uma estratégia mais eficiente e eficaz de fiscalização, no quadro do reforço das medidas de prevenção e combate à corrupção.
A Lei que cria o cargo de inspector-geral do Estado foi recentemente aprovada pela Assembleia da República e diz que o inspector-geral do Estado deve ser alguém de reputado mérito, em matéria administrativa e financeira do Estado, com idade igual ou superior a 35 anos, que tenha exercido pelo menos vinte anos de serviço na Administração Pública ou dez anos de actividade profissional na área de fiscalização e inspecção.
Carmelita Namashulua apesar de ter uma longa folha de serviço na Administração Pública, teve um péssimo desempenho no Ministério da Educação na gestão do processo das horas extraordinárias dos professores e pela podridão do Sistema Nacional de Educação, principalmente após a eclosão da covid-19, em que as Escolas Públicas não conseguiam providenciar o mínimo de material para protecção das crianças.
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